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8ªM1 Comandando o F.C.M.


ABUSO SEXUAL INFANTIL



Seja qual for o número de abusos sexuais em crianças que se vê nas estatísticas, seja quantos milhares forem, devemos ter em mente que, de fato, esse número pode ser bem maior. A maioria desses casos não é reportada, tendo em vista que as crianças têm medo de dizer a alguém o que se passou com elas. E o dano emocional e psicológico, em longo prazo, decorrente dessas experiências pode ser devastador.

O abuso sexual às crianças pode ocorrer na família, através do pai, do padrasto, do irmão ou outro parente qualquer. Outras vezes ocorre fora de casa, como por exemplo, na casa de um amigo da família, na casa da pessoa que toma conta da criança, na casa do vizinho, de um professor ou mesmo por um desconhecido.


Em tese, define-se Abuso Sexual como qualquer conduta sexual com uma criança levada a cabo por um adulto ou por outra criança mais velha. Isto pode significar, além da penetração vaginal ou anal na criança, também tocar seus genitais ou fazer com que a criança toque os genitais do adulto ou de outra criança mais velha, ou o contacto oral-genital ou, ainda, roçar os genitais do adulto com a criança.

Às vezes ocorrem outros tipos de abuso sexual que chamam menos atenção, como por exemplo, mostrar os genitais de um adulto a um criança, incitar a criança a ver revistas ou filmes pornográficos, ou utilizar a criança para elaborar material pornográfico ou obsceno.


Criança Abusada

Devido ao fato da criança muito nova não ser preparada psicologicamente para o estímulo sexual, e mesmo que não possa saber da conotação ética e moral da atividade sexual, quase invariavelmente acaba desenvolvendo problemas emocionais depois da violência sexual, exatamente por não ter habilidade diante desse tipo de estimulação.

A criança de cinco anos ou pouco mais, mesmo conhecendo e apreciando a pessoa que o abusa, se sente profundamente conflitante entre a lealdade para com essa pessoa e a percepção de que essas atividades sexuais estão sendo terrivelmente más. Para aumentar ainda mais esse conflito, pode experimentar profunda sensação de solidão e abandono.

Quando os abusos sexuais ocorrem na família, a criança pode ter muito medo da ira do parente abusador, medo das possibilidades de vingança ou da vergonha dos outros membros da família ou, pior ainda, pode temer que a família se desintegre ao descobrir seu segredo.


A criança que é vítima de abuso sexual prolongado, usualmente desenvolve uma perda violenta da auto-estima, tem a sensação de que não vale nada e adquire uma representação anormal da sexualidade. A criança pode tornar-se muito retraída, perder a confiaça em todos adultos e pode até chegar a considerar o suicídio, principalmente quando existe a possibilidade da pessoa que abusa ameaçar de violência se a criança negar-se aos seus desejos.

Algumas crianças abusadas sexualmente podem ter dificuldades para estabelecer relações harmônicas com outras pessoas, podem se transformar em adultos que também abusam de outras crianças, podem se inclinar para a prostituição ou podem ter outros problemas sérios quando adultos.


Comumente as crianças abusadas estão aterrorizadas, confusas e muito temerosas de contar sobre o incidente. Com freqüência elas permanecem silenciosas por não desejarem prejudicar o abusador ou provocar uma desagregação familiar ou por receio de serem consideradas culpadas ou castigadas. Crianças maiores podem sentir-se envergonhadas com o incidente, principalmente se o abusador é alguém da família.

Mudanças bruscas no comportamento, apetite ou no sono pode ser um indício de que alguma coisa está acontecendo, principalmente se a criança se mostrar curiosamente isolada, muito perturbada quando deixada só ou quando o abusador estiver perto.

O comportamento das crianças abusadas sexualmente pode incluir:

1.Interesse excessivo ou evitação de natureza sexual;

2.Problemas com o sono ou pesadelos;

3.Depressão ou isolamento de seus amigos e da família;

4.Achar que têm o corpo sujo ou contaminado;

5.Ter medo de que haja algo de mal com seus genitais;


6.Negar-se a ir à escola,

7.Rebeldia e Delinqüência;

8.Agressividade excessiva;

9.Comportamento suicida;

10. Terror e medo de algumas pessoas ou alguns lugares;

11. Retirar-se ou não querer participar de esportes;

12. Respostas ilógicas (para-respostas) quando perguntamos sobre alguma ferida em seus genitais;

13. Temor irracional diante do exame físico;

14. Mudanças súbitas de conduta.

Algumas vezes, entretanto, crianças ou adolescentes portadores de Transtorno de Conduta severo fantasiam e criam falsas informações em relação ao abuso sexual.



Feito por : Bianca Publicado por : Marta Beatriz e Icaro Marins



Escrito por 8ªM1 às 15h13
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Os Caminhos da vida (Música, Andreza)

A vida é a gente quem faz
trancamos o nosso caminho
não sabemos qual é o destino
mas vou tenta vive

(Refrão)
Aprendi a me vira sozinha
a viver com alegria
sem pensa no amanhã
se ver espinhos não desista
é a sua vida em suas mãos
não desista da sua vida
pois é ela quem alimenta a alma.
e tudo oque você já fez (2x)

Você me paga

Você foi embora e mi deixou sozinha
disperdisou todo o meo amor
você foi embora e não pensou
o que eu sentia pra você virou lixo
você brincou comigo
agora é minha vez (2x)

(Refrão)
hoje vou mudar para melhor
vou te esquecer te deixar só.
Esse é o perfume da vingança
nem vou te dar esperança
você vai ver tudo o que eu passei
sozinha vou te deixa (2x)

Publicado Por : Marta Beatriz



Escrito por 8ªM1 às 18h38
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Métodos Contraceptivos

 

Não adianta saber da existência dos diferentes métodos, é essencial o conhecimento de seu funcionamento, sua eficácia, vantagens e desvantagens. O desconhecimento desses fatores leva ao seu uso inadequado, com o risco de uma gravidez indesejada.

É importante que se tenha em mente que antes de optar por um método contraceptivo específico, é recomendável que se consulte um ginecologista, que será capaz de avaliar seu caso, já que nem todas as mulheres podem usar todos os métodos disponíveis. Ou seja, existem algumas contra-indicações. Além do mais, durante a consulta, o médico esclarecerá suas dúvidas e discutirá com você o melhor método indicado.

Os métodos contraceptivos são classificados em cinco grupos:

 

Métodos comportamentais:

Esses métodos baseiam-se na observação das características do ciclo menstrual, com abstinência sexual durante alguns períodos. Requerem que a mulher esteja sempre atenta aos sinais e seja capaz de reconhecê-los adequadamente, já que podem ocorrer variações importantes. Geralmente, calcula-se a data provável da ovulação e faz-se a abstinência por 4 dias antes e três dias depois dessa data, período de maior fertilidade da mulher. A importância principal desse grupo de métodos é para as mulheres com impedimento religioso ou cultural aos outros métodos.

Ex. : Tabelinha, Ritmo, Ogino Knaus;

Temperatura Basal;

Muco cervical, Billings;

Método Sintotérmico;

 Ejaculação extravaginal (coito interrompido)

 


Métodos de barreira:

Esses métodos impedem que os espermatozóides cheguem ao útero

Ex. : Condom, Camisinha;

Diafragma;

Esponja;

 Espermaticida.

 


Dispositivos intra-uterinos: 

O DIU é o método contraceptivo mais utilizado no mundo. É um dispositivo geralmente feito de cobre, que é colocado dentro do útero e leva a várias modificações do útero e da tuba uterina, além de provocar reações que matam os espermatozóides.

Ex. : o DIU de cobre e  o DIU com hormônio.

 


Contracepção hormonal

São constituídos de hormônios sintéticos, geralmente a associação de um tipo de estrogênio e um tipo de progesterona. Esses métodos atuam no centro regulador do ciclo menstrual, levando a um estado em que a mulher não ovula. São bastante eficazes, com uma taxa de gravidez muito baixa.

Ex.:  Contraceptivos Orais;

Contraceptivos Injetáveis;

Implantes;

Adesivos Cutâneos;

Contracepção de Emergência (Pílula do Dia Seguinte).

 


Contracepção cirúrgica:

É o único método de contracepção definitiva, sendo utilizada por muitos casais. A esterilização feminina consiste na ligadura tubária, ou laqueadura. A masculina é a vasectomia. Devemos ressaltar que a vasectomia é um procedimento ambulatorial, que não requer hospitalização, é feita sob anestesia local e não causa nenhum tipo de disfunção sexual (como impotência). Esses métodos são de altíssima eficácia, mas suas indicações são bastante específicas. Assim, o casal deve procurar se informar com o ginecologista sobre a possibilidade de sua realização.

 

Feito por: Jaciane, Icaro, Lucas Araujo, Tamires Santana, Tamires Jesus, Ignacio e Larissa



Escrito por 8ªM1 às 19h03
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Orgulho de estudar no F.C.M.

Escrito por 8ªM1 às 18h38
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